Category: Sociedade

  • Ataques dos EUA ao Irão marcam nova escalada das tensões no Médio Oriente – Correio da Kianda

    Ataques dos EUA ao Irão marcam nova escalada das tensões no Médio Oriente – Correio da Kianda

    Os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irão, informou o Comando Central norte-americano (CENTCOM), numa operação que representa uma nova escalada das tensões entre Washington e Teerão.

    Segundo o CENTCOM, a ofensiva militar teve como alvo posições ligadas ao Irão, embora os detalhes sobre os objectivos da operação e a extensão dos danos ainda não tenham sido divulgados.

    A acção ocorre num contexto de crescente instabilidade no Médio Oriente, onde as tensões entre os dois países se têm intensificado nos últimos meses, alimentadas por confrontos indirectos, ataques a interesses norte-americanos na região e disputas em torno da segurança regional.

    As autoridades norte-americanas afirmam que a operação visa proteger os interesses e as forças dos Estados Unidos destacadas na região. Até ao momento, o Governo iraniano não apresentou uma posição oficial sobre os ataques.

    A comunidade internacional acompanha com preocupação os desenvolvimentos, receando que a escalada militar possa agravar a instabilidade regional e aumentar o risco de um conflito de maiores proporções.

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  • Putin surge em uniforme militar para reivindicar tomada de Kostyantynivka

    Putin surge em uniforme militar para reivindicar tomada de Kostyantynivka

    As autoridades ucranianas afirmam ter repelido ataques russos à cidade e não reagiram de imediato à reivindicação do Kremlin, cuja ofensiva de primavera contra o leste da Ucrânia não produziu avanços, e provocou grande número de baixas, segundo centros de investigação internacionais.

    “As Forças Armadas da Rússia continuam a manter firmemente a iniciativa estratégica” na frente de batalha, afirma Putin na intervenção perante os oficiais, divulgada pela televisão russa.

    O porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, afirmou que Putin visitou um posto de comando do exército russo, onde ouviu um relatório do seu estado-maior e agradeceu aos soldados.

    Segundo o mais recente balanço do Estado Maior das Forças Armadas ucranianas, no sector de Kostiantynivka, foram “repelidos 24 ataques inimigos perto de Kostiantynivka, Ivanopillia, Illinivka e Stepanivka”.

    Kostyantynivka é um dos últimos bastiões no caminho para as principais cidades controladas pela Ucrânia no leste do país, Kramatorsk e Sloviansk, cuja captura é o objecivo final do Kremlin no Donbass.

    A batalha por esta cidade, que tinha uma população de aproximadamente 78.000 habitantes antes da guerra, está em curso desde o final de 2025, quando os soldados russos começaram a infiltrar-se, e constitui atualmente o principal esforço da Rússia numa frente que se estende por mais de mil quilómetros.

    Mais de quatro anos após o início da invasão do país pelo exército russo, Moscovo lança regularmente ataques massivos, envolvendo centenas de drones e dezenas de mísseis, contra a Ucrânia e a capital.

    Kiev, com meios muito mais limitados, nomeadamente em termos de mísseis, também intensificou os ataques contra o território russo, infligindo golpes, em particular, no setor petrolífero.

    Na noite de quarta para quinta-feira, a Ucrânia foi alvo de 496 ataques com drones e de 74 com mísseis de diferentes tipos, dos quais 476 e 48, respetivamente, foram intercetados, segundo a Força Aérea ucraniana.

    Kiev foi alvo de ataques específicos. Jornalistas da AFP ouviram explosões durante várias horas e o alerta aéreo durou mais de 11 horas seguidas.

    Após a descoberta de três novos corpos nos escombros, o balanço do ataque voltou hoje a ser revisto em alta, para 30 mortos, segundo os serviços de emergência da capital.

    O chefe da administração militar de Kiev, Tymour Tkachenko, tinha, pouco antes, anunciado o registo de 27 mortos e 91 feridos.

    Partes inteiras de edifícios residenciais ruíram, um edifício que albergava ambulâncias foi atingido e, segundo a porta-voz da União Europeia, Anitta Hipper, os escombros caíram sobre um edifício que “albergava vários diplomatas”.

     Um dos principais armazéns da Cruz Vermelha ucraniana, que continha ajuda humanitária, também foi “destruído”.

    Trata-se do ataque “mais massivo” contra a capital desde o início da invasão russa da Ucrânia em 2022, afirmou o presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, que declarou hoje um “dia de luto”.

    “A Rússia ataca alvos civis apenas para obrigar a Ucrânia a renunciar ao seu Estado”, afirmou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que se deslocou ao local dos bombardeamentos, garantindo que a Ucrânia irá retaliar.

    Zelensky exortou, por seu lado, os aliados da Ucrânia a fornecerem mais meios de defesa antiaérea ao país. O chefe de Estado manifestou ainda a esperança de que o assunto seja abordado na cimeira da NATO, prevista para os próximos dias 07 e 08 em Ancara. 

    A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e “desnazificar” o país vizinho, independente desde 1991 – após a desagregação da antiga União Soviética – e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  

    A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, ilegalmente anexada em 2014.  

    No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões – Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia – além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  

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  • COLONIZAÇÃO ECONÓMICA PROSPERA COM O AUMENTO DA POPULAÇÃO IMIGRANTE

    COLONIZAÇÃO ECONÓMICA PROSPERA COM O AUMENTO DA POPULAÇÃO IMIGRANTE

    O país está, nos últimos 10 anos a ser literalmente vendido. Angola está vendida e endividada. 50 anos depois, os falsos revolucionários e patriotas do MPLA, adormecem-nos sob sonorização das vantagens do poderio do capital especulador.

    Por William Tonet

    A tese é a de privatizar todo tecido económico do Estado, através do tentáculo partidocrata da BODIVA. Uma verdadeira alavanca insensível e discricionária, sem escrutínio do poder legislativo, na venda do património público do Estado, a favor do capital estrangeiro.

    A venda aleatória da soberania económica, sem preocupação de potenciar o empreendedor angolano, através de parcerias mistas (angolano vs investidor externo) é um verdadeiro crime a cidadania e auto-suficiência interna.

    Hoje, o autóctone angolano, ao desfilar pelas avenidas comerciais do país, sente-se traído pela política económica do MPLA, que colocou 99% do tecido empresarial em mãos externas.

    Enquanto isso a maioria vegeta na miséria extrema, em casas de chapa e papelão, na lógica do executivo, multiplicar os já 20 milhões de pobres, através de meia dúzia de nababos, principescamente, instalados nos corredores do poder, que vão, anualmente, açambarcando os milhões de dólares da riqueza pública.

    A perda prematura da soberania económica de povos que viveram a escravatura e o colonialismo (como os angolanos), afastados dos centros educacionais e empresariais, não responde à tese de desenvolvimento, mas de retrocesso e inversão de conceitos.

    Os colonialistas viraram investidores, mas o viés é o mesmo…até mesmo os empresários da China comunista e fundamentalistas islâmicos, tratam os trabalhadores angolanos, como autênticos escravos e mão de obra barata…

    LIBERTADORES “VIRA-LATAS”

    Logo, não estamos diante de economia de mercado, mas de crimes de mercado, passíveis de procedimento criminal.

    O conceito de vira-lata, capachismo, complexo de inferioridade, das lideranças de muitos países, mesmo depois das independências, às antigas metrópoles ocidentais é uma opção impeditiva ao desenvolvimento livre e autónomo dos povos.

    A maioria dos movimentos de libertação e intelectuais dos países colonizados, principalmente o MPLA, não se preparou para o pós-colonialismo. De tal monta que não curou (curaram) de criar leis, baseadas numa nova visão do direito, educação, saúde, cultura, língua e sistema financeiro, de inspiração africana.

    Adoptaram tudo, absolutamente tudo, incluindo dependência financeira (moeda), cultura e culinária dos países coloniais, ao ponto de excluírem expressamente da Constituição, as línguas, costumes, cultura e tradição autóctones. E para consumar o enredo, atrelam-nos às instituições de Bretton Wodds; FMI e Banco Mundial, cujo objecto fundante é o desenvolvimento do ocidente e não de África e Angola. Por esta razão, nos nossos países os seus programas resultam em cópias fuscas adaptadas e distantes das novas realidades culturais e tradicionais. Daí não haver um país africano capaz de ser um exemplo de eficácia na adopção das receitas do FMI.

    O ocidente defende como política matriz o contínuo subdesenvolvimento de Angola e África, por esta razão fomenta a política de extração de matérias-primas, condenando ou assassinando líderes nacionalistas, que defendam a transformação local das nossas riquezas para beneficiar das populações autóctones.  

    INVASÃO ATRAVÉS DO DINHEIRO

    A destruição do tecido sócio-económico de Angola, pelos vira latas, traidores dos nossos povos, fazia parte do fim da primeira agenda colonial.

    Quando estes regressaram aos seus países, deixaram, nos seus lugares, os capachos, mais cruzes e bíblias, em relação às trazidas no início colonial.

    Não levaram a terra, os rios, os mares, o sol, as florestas e os imensos recursos naturais. Resultado, no final de 50 anos, Angola tornou-se mais pobre e a metrópole mais rica, pese não ter as mesmas riquezas.

    A segunda foi, sob a liderança dos capachos no poder, tornar o(s) país(es) de produtor(es) a importador(es), destruindo, conscientemente, os antigos imóveis industriais, rústicos e rurais. Coincidência? Não! Agenda! Verdadeira política de traição, acrescentando a destruição do sistema de ensino, principalmente, o técnico-profissional, como a ponta do iceberg.

    A burralização programática e vulgarização dos currículos em escolas e universidades, muitas transformadas em centros de ensino comercial, cujo objecto é a outorga de diplomas, banalizados no mercado interno de trabalho, principalmente nas empresas dirigidas pelos empresários da partidocracia.

    É a corrupção institucional a ditar regras.

    Angola, nos últimos dez (10) anos, face à política económica adoptada pelo Presidente João Lourenço virou uma coutada dos novos colonialistas, visando alterar pelo capital e demografia o tecido humano, em Angola.

    O risco está diante de nós. Os imóveis das principais cidades e a carteira de clientes dos bancos comerciais, está sob domínio do capital…

    Esta múltipla invasão silenciosa, obtém o silêncio colectivo, enquanto o especulador estrangeiro ocidental, asiático e “fundamentalista islâmico” com dinheiro e imóveis planifica o aumento do tecido migratório.

    A maioria islâmica tem orientação do DAESH, para esposar entre três a cinco mulheres, com apoio bancário islâmico, num plano gizado de, em cinco anos, atingirem entre oito a 10 filhos.

    Os chineses, que no seu país têm controlo, aqui podem fazer, mais de seis filhos…

    No horizonte, uma vez a Lei da Nacionalidade, ser um aborto, vai imperar a legitimidade ante o “jus sanguis” (cruzamento com angolana) ou o “jus solis” (nascer na terra), como garantia desta nova população rica e religiosamente forte virem a dominar, ainda mais, os indígenas.

    Este plano escabroso, com a cumplicidade de determinados “vende-pátria” do MPLA, atemoriza!

    E, atemoriza, ainda mais, quando nos noticiários da imprensa partidocrata, ministros e falsos nacionalistas do regime, incentivam o controlo da natalidade aos autóctones, para até dois filhos, sob alegação de serem os responsáveis pela fome e miséria.

    Sacanagem traiçoeira! Porque o problema está na crónica incompetência governativa, ladroagem e corrupção.

    O regime quer esconder a agenda perniciosa de adopção do mesmo princípio dos ingleses, na América a partir do século XVII, onde foram, paulatinamente, exterminando e esterilizando as mulheres índias.

    Quem promove o incremento de populações estrangeiras, para através do “jus solis” ou “jus sanguis”, diminuir e empurrar as estatísticas autóctones para reservas indígenas, deve ser condenado com pena máxima de “traidor-exterminador” de seres humanos, a 35 anos de prisão maior, em regime fechado, porque a esterilização mental e física de homens e mulheres, não deve ter perdão.

    É um crime imprescritível e insusceptível de amnistia, porque hediondo.

    Hoje os índios, nos Estados Unidos, na América Latina, na Austrália, os pretos, no Egipto, Líbia, Tunísia, Marrocos, Argélia, são uma coreografia humana, apresentados aos estrangeiros, como qualquer animal irracional, de um jardim zoológico.

    É hora dos cidadãos pedirem contas ao regime do MPLA, explicações sobre as razões de ter adoptado uma agenda anti futuro do país, destruindo os tecidos: humano, industrial, educacional, agrário e social dos nossos povos e micro-nações.

    Esta agenda espúria, deve, um dia, ser levada a um Tribunal Penal Angolano, visando julgar os agentes traidores e promotores do aumento da população estrangeira, em território nacional, enquanto reduz a angolana.

    A fome, pobreza e miséria, são armas políticas perigosas criadas institucionalmente pelo regime, e devem ser punidas com a retirada de direitos no exercício do poder político.

    É hora de despertar.

    A linha um é nossa. A linha dois é nossa. A linha três é nossa. A hora do batuque tocar é esta!

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  • Suíça supera Colômbia nos penáltis e está nos quartos de final – Correio da Kianda

    Suíça supera Colômbia nos penáltis e está nos quartos de final – Correio da Kianda

    A selecção da Suíça garantiu, esta terça-feira, 7, um lugar nos quartos de final do Mundial 2026, ao vencer a Colômbia nas grandes penalidades, depois de um duelo equilibrado que terminou empatado sem golos no tempo regulamentar e no prolongamento.

    Na decisão por penáltis, a equipa suíça mostrou maior eficácia e venceu por 4-3, assegurando a continuidade na competição e afastando a formação colombiana do torneio.

    O encontro ficou marcado pelo equilíbrio entre as duas selecções, com poucas oportunidades claras de golo durante os 120 minutos, levando a decisão para a marca dos 11 metros.

    Com o triunfo, a Suíça junta-se ao grupo das oito melhores selecções do Mundial 2026 e mantém vivo o sonho de alcançar uma fase mais avançada da competição.

    A Colômbia, por sua vez, despede-se do campeonato do mundo após uma campanha marcada pela competitividade, mas sem conseguir superar o conjunto suíço no momento decisivo.

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  • MINSA abre concurso público interno para o preenchimento de 2.595 vagas

    MINSA abre concurso público interno para o preenchimento de 2.595 vagas

    Zaire e Huambo entre a s provónicia com mais vagas, segundo o comunicado.

    O Executivo, através de despachos conjuntos dos ministérios das Finanças, da Administração do Território e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, autorizou o Ministério da Saúde (MINSA) a abrir, nos próximos dias, um concurso público interno para o preenchimento de um total de 2.595 vagas em todo o País, segundo noticiou o Novo Jornal.

    Este concurso público interno destina-se ao pessoal que já exerce funções nas unidades hospitalares públicas e nas delegações provinciais da Saúde em todo o País, mas que ainda não integra o quadro da Função Pública.

    Segundo os despachos conjuntos dos ministérios das Finanças, da Administração do Território e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, publicados em Diário da República e consultados pelo Novo Jornal, serão preenchidas, no total, 2.595 vagas por estes profissionais internos.

    As vagas destinam-se a médicos especialistas, técnicos superiores de diagnóstico e terapeutas de 2.ª classe, técnicos médios de 3.ª classe, condutores de ambulâncias, vigilantes, secretários clínicos, maqueiros e assistentes sociais.

    Das 21 províncias do País, 12 terão, cada uma, 20 vagas, destinadas apenas a médicos especialistas. São elas: Cabinda, Bengo, Lunda Norte, Lunda Sul, Malanje, Moxico, Namibe, Cubango, Cunene, Bié, Benguela e Icolo e Bengo.

    As províncias do Zaire e do Huambo são as que terão o maior número de vagas, com 439 e 438, respectivamente.

    Seguem-se as províncias do Uíge, com 367 vagas, da Huíla, com 361, do Cubango, com 350, do Moxico Leste, com igual número, e do Cuanza Sul, com 348.

    A província de Luanda, capital do País, terá apenas 50 vagas para a categoria de médico especialista.

    Os despachos conjuntos para a abertura deste concurso público interno estão assinados pelos ministros das Finanças, Vera Daves de Sousa, da Administração do Território, Daniel Félix Neto, e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias.

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  • MAIS 653 MILHÕES PARA A CONTA DO CORREDOR DO LOBITO

    MAIS 653 MILHÕES PARA A CONTA DO CORREDOR DO LOBITO

    Um financiamento de 753 milhões de dólares (653,2 milhões de euros) foi disponibilizado por duas instituições financeiras internacionais para modernizar 1.300 quilómetros da linha férrea do Corredor do Lobito, anunciou hoje o Governo angolano.

    Um comunicado do Ministério dos Transportes de Angola avançou que a operação foi assegurada pela Lobito Atlantic Railway (LAR), concessionária responsável pelo desenvolvimento do Corredor do Lobito, infra-estrutura ferroviária que liga o Porto do Lobito, na província angolana de Benguela, à fronteira da República Democrática do Congo (RDCongo).

    Este pacote financeiro integra 553 milhões de dólares (479,7 milhões de euros) disponibilizados pela U.S International Development Finance Corporation (DFC) e 200 milhões de dólares (173,5 milhões de euros) pelo Development Bank of Southern Africa (BSA).

    “O fecho financeiro agora concluído materializa os acordos celebrados em Washington, em dezembro de 2025, e representa mais um passo na concretização da visão estratégica do executivo angolano para o desenvolvimento do Corredor do Lobito, consolidando Angola como uma plataforma logística e comercial de referência para a integração económica africana e para o acesso dos mercados regionais às cadeias globais de comércio”, lê-se no comunicado.

    De acordo com a mesma nota, as intervenções previstas deverão aumentar a capacidade de transporte do corredor em cerca de dez vezes, para aproximadamente 4,6 milhões de toneladas por ano, contribuindo igualmente para uma redução estimada de 30% nos custos logísticos associados ao transporte de mercadorias e matérias-primas estratégicas.

    O ministro dos Transportes angolano, Ricardo Viegas de Abreu, citado no comunicado, considerou que “o fecho financeiro deste projeto confirma a solidez da visão estratégica do executivo para o Corredor do Lobito e a confiança dos parceiros internacionais no potencial transformador das infraestruturas angolanas”.

    “Angola afirma-se, cada vez mais, como uma plataforma logística incontornável para a integração económica, a facilitação do comércio e o desenvolvimento sustentável da região”, referiu o ministro.

    O governante angolano acrescentou que “o Corredor do Lobito constitui hoje um ativo estratégico nacional e continental, capaz de aproximar economias, gerar oportunidades de investimento, promover a industrialização e reforçar o posicionamento de Angola como porta atlântica privilegiada para os mercados da África Central e austral”.

    “Considerado uma das mais relevantes infraestruturas transfronteiriças atualmente em desenvolvimento no continente africano, o Corredor do Lobito reforçará a conectividade regional, potenciará as cadeias de valor ligadas aos setores mineiro, agrícola e industrial e contribuirá para a criação de emprego, a transferência de conhecimento e a dinamização das economias locais”, destaca-se na nota.

    Este projecto do Governo de Angola tem atraído forte investimento internacional e apoio de instituições como o Banco Mundial, a União Europeia, para multiplicar a capacidade de transporte e reduzir os custos logísticos regionais.  

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  • Confrontos em prisão no Sri Lanka deixam 25 mortos e mais de 100 feridos – Correio da Kianda

    Confrontos em prisão no Sri Lanka deixam 25 mortos e mais de 100 feridos – Correio da Kianda

    Pelo menos 25 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas na sequência de confrontos registados numa prisão nos arredores da capital do Sri Lanka, Colombo, envolvendo reclusos e funcionários prisionais.

    O incidente ocorreu na prisão de Negombo, localizada a cerca de 35 quilómetros a norte de Colombo, onde a agitação começou no domingo entre grupos de detidos. Segundo as autoridades, a situação agravou-se quando os guardas tentaram intervir e foram atacados pelos reclusos.

    De acordo com informações divulgadas pelas autoridades locais, entre as vítimas mortais estão 18 reclusos e sete funcionários prisionais. Vários feridos foram encaminhados para unidades hospitalares da região, enquanto outros continuam a receber assistência médica.

    O ministro da Justiça do Sri Lanka, Harshana Nanayakkara, afirmou que o primeiro confronto terá iniciado devido a uma disputa entre dois grupos rivais ligados ao tráfico ilegal de drogas.

    Após a reposição da ordem, os reclusos identificados como líderes dos distúrbios foram transferidos para outras unidades prisionais, segundo as autoridades.

    Na sequência da violência, o Exército do Sri Lanka foi mobilizado para reforçar a segurança nas imediações da prisão e apoiar as forças responsáveis pelo controlo da situação.

    As autoridades continuam a investigar as circunstâncias que levaram ao confronto e as responsabilidades pelos actos de violência registados no estabelecimento prisional.

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  • Suíça perde para Colômbia nos penáltis

    Suíça perde para Colômbia nos penáltis

    Suíça e Colômbia mediram forças no último encontro oficial dos oitavos de final deste Campeonato do Mundo de 2026, nesta terça-feira, com uma passagem importante aos ‘quartos’ a estar em jogo, num encontro em que se previa muito equilíbrio de parte a parte, com o resultado final a ser de um empate a zeros no final do prolongamento, com os suíços a vencerem por 4-3 nas grandes penalidades.

    A primeira parte não teve praticamente nenhuma oportunidade digna de registo, com as duas únicas situações a surgirem aos 21 minutos, quando Gustavo Puerta fez um remate perigoso, mas que foi defendido por Kobel, e aos 30 minutos, depois de Rieder ter contornado vários adversários, mas acabou por atirar sem grandes perigo para a baliza defendida por Vargas.

    O início do segundo tempo foi bem mais mexido, com um pedido de grande penalidade a surgir logo nos primeiros cinco minutos, quando Dan Ndoye caiu na grande área colombiana, com o árbitro da partida a ignorar os pedidos da seleção europeia.

    Rieder voltou a ser um dos mais atrevidos do lado suíço, mas acabou por bater um livre direto que parecia perigoso, mas a bola acabou por passar ao lado do poste esquerdo, à passagem do minuto 53.

    Até ao fim, não houve mais nenhuma oportunidade, com ambas as equipas a tentarem chegar às balizas adversárias, mas sem grande sucesso para desgosto e sofrimento dos adeptos nas bancadas, que esperavam um golo nos momentos finais que decidisse a eliminatória, que nunca chegou a surgir até ao apito final do tempo regulamentar dos 90 minutos, sendo necessário recorrer ao prolongamento para continuar a tentar chegar a uma decisão final sobre quem ocuparia a última vaga dos quartos de final do Mundial2026.

    Foi ainda na primeira parte do tempo extra que surgiu a melhor oportunidade do encontro, com a Colômbia a atirar um cabeceamento à trave, depois de Lucumi ter feito um contacto muito bom com a bola, mas sem sorte para que esta beijasse as redes da baliza suíça.

    Logo depois, já para lá do minuto 101, voltou a ser o conjunto sul-americano a criar perigo, com Jaminton Campaz a rematar de fora da grande área, mas o desfecho foi uma defesa complicada de Gregor Kobel, para canto.

    A resposta da Suíça chegou aos 104 minutos, com Zeki Amdouni, que tinha acabado de entrar, a rematar para uma bela defesa de Vargas, naquela que foi a melhor oportunidade de toda a partida para os helvéticos.

    Já perto do fim do prolongamento, novamente Jaminton Campaz voltou a ter nos pés uma boa oportunidade, mas o seu remate, na cara do golo, atirou para as bancadas para desespero do banco da Colômbia, sendo mesmo necessário o desempate nas grandes penalidades.

    Juan Quintero e Xhaka marcaram os primeiros de cada uma das equipas, com Davinson Sánchez a falhar o segundo penálti, com Zeki Amdouni a colocar a Suíça em vantagem. Akanji falhou depois de Campaz marcar o seu, mas Cucho Hernández não conseguiu faturar, dando oportunidade a Itten para colocar os europeus na frente e, apesar de Luis Díaz ter colocado a bola no fundo das redes, Vargas bateu Vargas para dar a passagem à sua seleção.

    Desta forma, a Suíça  irá encontrar a Argentina, atual campeã do mundo em título, nos quartos de final da competição, com a partida a realizar-se na madrugada do próximo domingo, dia 12 de julho, pelas 02h00, em Kansas City, nos Estados Unidos da América.

    Os jogos dos quartos de final do Mundial2026 (horários de Portugal Continental)

    França-Marrocos, 9 de julho, 21h00

    Espanha-Bélgica, 10 de julho, 20h00

    Noruega-Inglaterra, 11 de julho, 22h00

    Argentina-Suíça, 12 de julho, 02h00

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  • Mulher de 37 anos fica internada após procedimento estético realizado por suposta esteticista sem habilitação – Correio da Kianda

    Mulher de 37 anos fica internada após procedimento estético realizado por suposta esteticista sem habilitação – Correio da Kianda

    Uma cidadã de 37 anos de idade, residente em Portugal e mãe de quatro filhos, encontra-se internada em estado crítico numa unidade hospitalar de Luanda, após ter sido submetida a um procedimento estético de lipoaspiração realizado, alegadamente, por uma esteticista sem habilitação para efectuar este tipo de intervenção.

    Segundo familiares, a cidadã deslocou-se a Angola depois de ter tido contacto com uma publicidade nas redes sociais sobre procedimentos estéticos. A intervenção teria sido realizada num SPA que, de acordo com o Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), não possuía autorização para efectuar cirurgias estéticas.

    A irmã da paciente afirmou que a responsável pelo procedimento não é médica cirurgiã e não teria formação adequada para realizar a intervenção.

    “A esteticista não é cirurgiã, ela não tem competência para exercer as actividades que estava a desenvolver. Normalmente este processo tem que ser desenvolvido por alguém que tem realmente uma formação para tal”, afirmou.

    A familiar relatou ainda que a cidadã apresentou complicações durante o procedimento e foi encaminhada para uma unidade hospitalar pela própria esteticista, acompanhada pelo esposo, tendo chegado em estado considerado grave.

    O DIIP confirmou a detenção da suspeita e o encerramento do estabelecimento onde ocorreu o procedimento. Segundo o porta-voz da instituição, Quintino Ferreira, a investigação foi desencadeada após uma participação feita pelos familiares da paciente.

    “A cidadã recorreu a uma clínica para fazer um procedimento estético e infelizmente a acção correu mal. Foi levada ao hospital onde continua a receber tratamento especializado porque encontra-se em estado muito crítico”, explicou.

    O responsável informou igualmente que a suspeita tentou sair do país, mas foi impedida pelas autoridades após a activação de mecanismos de controlo nas fronteiras terrestres e aeroportuárias.

    A investigada já tinha realizado o check-in para uma viagem ao exterior, mas acabou detida na cidade de Luanda, segundo o DIIP.

    O caso está sob investigação para apurar as circunstâncias da intervenção estética e eventuais responsabilidades criminais. Enquanto isso, a paciente permanece sob cuidados médicos especializados.

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  • Economista cobra mais esclarecimentos da AGT sobre a implementação do IRPS – Correio da Kianda

    Economista cobra mais esclarecimentos da AGT sobre a implementação do IRPS – Correio da Kianda

    O economista José Lumbo defende que a Administração Geral Tributária (AGT) deve intensificar os esclarecimentos sobre a implementação do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRPS), para evitar interpretações divergentes e reforçar a compreensão da nova medida pelos contribuintes.

    Segundo o especialista, é essencial promover a literacia fiscal junto da população para reduzir resistências e incentivar o cumprimento voluntário das obrigações tributárias.

    José Lumbo considera ainda que a AGT precisa reforçar a sua capacidade técnica para gerir e proteger o elevado volume de dados pessoais e financeiros associados ao IRPS. Para isso, recomenda a sistematização e automatização dos processos, bem como a transparência em todas as fases da implementação.

    O diploma, que estabelece a obrigatoriedade de tributação para cidadãos com rendimentos mensais declarados superiores a 150 mil kwanzas, determina que as instituições financeiras (bancos comerciais) passem a fornecer anualmente à Administração Geral Tributária (AGT) informações padronizadas sobre os rendimentos dos seus clientes, devendo ser salvaguardado o sigilo fiscal no tratamento desses dados.

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