Category: Sociedade

  • Euclides Teixeira representa cinema angolano no Filmfest München com “Meu Semba”

    Euclides Teixeira representa cinema angolano no Filmfest München com “Meu Semba”

    Noticias de Angola – O actor angolano Euclides Teixeira, protagonista do filme Meu Semba, marcou presença no Filmfest München (Festival Internacional de Cinema de Munique), na Alemanha, onde a longa-metragem integra a prestigiada CineVision Competition, uma das principais secções competitivas do evento.

    A presença de Euclides Teixeira no festival reforça a crescente projeção internacional de Meu Semba, que continua o seu percurso em importantes festivais de cinema, contribuindo para a afirmação do cinema angolano no circuito internacional.

    Durante o evento, o actor participou em apresentações do filme, sessões de perguntas e respostas com o público e encontros com profissionais da indústria cinematográfica. A delegação angolana contou ainda com a presença do realizador Hugo Salvaterra e do produtor Jorge Cohen, que representaram a equipa do filme num dos mais relevantes festivais de cinema da Europa.

    A deslocação de Euclides Teixeira foi viabilizada pelo Goethe-Institut, reforçando a importância da cooperação cultural internacional na promoção da circulação de artistas e obras cinematográficas.

    Reconhecido como um dos principais festivais de cinema da Alemanha, o Filmfest München reúne anualmente cineastas, produtores, distribuidores e novos talentos de diferentes países, destacando-se pela diversidade da sua programação e pela promoção do cinema contemporâneo.

    A seleção de Meu Semba para a CineVision Competition coloca o filme entre as produções internacionais em competição numa secção dedicada à descoberta de novos realizadores. A categoria distingue primeiras e segundas longas-metragens que se destacam pela qualidade artística, inovação narrativa e linguagem cinematográfica.

    Sobre “Meu Semba”

    Produzido pela Geração 80 e realizado por Hugo Salvaterra, Meu Semba é uma longa-metragem integralmente angolana que acompanha a vida de três irmãos em Luanda. Com uma abordagem intimista, o filme cruza memória, identidade e cultura local numa narrativa contemporânea que retrata os desafios e as relações familiares na capital angolana.

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  • Anderson elogia o espírito de luta da Inglaterra enquanto a Noruega espera

    Anderson elogia o espírito de luta da Inglaterra enquanto a Noruega espera


    Anderson elogia o espírito de luta da Inglaterra enquanto a Noruega espera

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  • LANÇADA OPV DE 15% DO CAPITAL DA UNITEL

    LANÇADA OPV DE 15% DO CAPITAL DA UNITEL

    A UNITEL lançou hoje para venda 7,5 milhões de ações, prevendo-se um encaixe de cerca de 300 mil milhões de kwanzas (281,9 milhões de euros), a maior oferta pública já feita em Angola. Também agora se ficou a saber quea Administração Geral Tributária (AGT) de Angola prevê reembolsar este ano um montante recorde de 300 mil milhões de kwanzas (285 milhões de euros) de IVA às empresas.

    Em declarações à imprensa, o administrador da BFA Capital Market, Paulo Graça, disse que a Oferta Pública de Venda (OPV) de 15% das ações da UNITEL, maior empresa de telecomunicações angolana, deverá ultrapassar a última oferta pública efectuada no país, a do Banco de Fomento Angola (BFA), de cerca de 120 mil milhões de kwanzas (112,7 milhões de euros).

    Paulo Graça salientou que o preço unitário das 7,5 milhões de acções varia entre 36 mil kwanzas (33,8 euros) e 40 mil kwanzas (37,5 euros), preço mínimo e máximo, respevtivamente.

    Segundo Paulo Graça, a UNITEL tem cerca de 76% da quota de mercado das telecomunicações angolanas, 25 anos de existência e perto de 21 milhões de clientes.

    “O nosso sentimento, e olhando para aquilo que têm sido os últimos meses, é de uma forte procura pelas acções da UNITEL, temos sido contactados por muitos investidores, muitos a título individual, particulares, corporativos e até institucional, que têm interesse em investir nas ações da UNITEL”, destacou Paulo Graça.

    O mesmo responsável realçou que a bolsa angolana conta apenas até à presente data com empresas do sector financeiro, três bancos e uma seguradora e a própria bolsa de valores angolana, a BODIVA, sendo a UNITEL a primeira do sector das telecomunicações.

    A empresa angolana de telecomunicações, actualmente detida por dois accionistas, o Estado angolano com (50%), através do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) e a petrolífera estatal Sonangol (50%), através da MS Telecom e a PT Ventures, cada uma com 25% do capital social.

    Dos 15% das acções, 2% estão dirigidas a trabalhadores e 13% ao público geral, estando previsto o fim do período da OPV no dia 24 deste mês, estando oito entidades a comercializar as acções da UNITEL, a partir de hoje.

    Para o dia 27 deste mês está prevista a fixação do preço final das acções, devendo lançar-se em bolsa dois dias depois.

    Paulo Graça avançou que a UNITEL prevê para os próximos cinco anos investimentos na área da transformação digital, na Inteligência Artificial e nas ‘clouds’, para suportar os diversos serviços em carteira, manter sustentável o seu negócio da comunicação, da conectividade.

    “Há os negócios tradicionais, mas também deverá ter os novos negócios nas áreas das tecnologias, sobretudo na área da transformação digital”, salientou.

    Em 2025, a UNITEL registou um resultado líquido superior a 158 mil milhões de kwanzas (148,5 milhões de euros).  

    Governo prevê reembolso recorde de IVA

    A Administração Geral Tributária (AGT) de Angola prevê reembolsar este ano um montante recorde de 300 mil milhões de kwanzas (285 milhões de euros) de IVA às empresas, anunciou hoje o presidente da instituição, José Leiria.

    “Temos a certeza de que, em 2026, os reembolsos do IVA vão atingir pelo menos 300 mil milhões de kwanzas”, afirmou o  presidente do Conselho de Administração da AGT na sua intervenção inicial nas Conversas sem Makas, iniciativa organizada pelo jornalista Carlos Rosado de Carvalho.

    Entre Janeiro e Junho, a AGT devolveu às empresas 191 mil milhões de kwanzas (181 milhões de euros), quando em 2025, o melhor ano até agora, os reembolsos tinham somado 200 mil milhões de kwanzas (190 milhões de euros), segundo dados apresentados pelo responsável.

    Desde a entrada em vigor do IVA em Angola, em Outubro de 2019, foram reembolsados 717,4 mil milhões de kwanzas (681 milhões de euros), de acordo com os mesmos dados.

    Segundo José Leiria, os reembolsos têm vindo a melhorar porque os mecanismos de verificação foram aperfeiçoados e as empresas estão em maior conformidade fiscal.

    O responsável atribuiu a aceleração esperada este ano à facturação eletrónica, que permite aos contribuintes validar no Portal do Contribuinte, logo após a submissão, as facturas dos seus fornecedores, sem esperar pelo envio do ficheiro do ‘software’ de facturação.

    José Leiria avisou ainda que todos os contribuintes terão de emitir facturação electrónica a partir de 1 de Janeiro de 2027, garantindo que “este prazo não será prorrogado”.

    A partir dessa data, deixará de haver submissão do ficheiro SAF-T e a AGT só aceitará facturação eletrónica, tendo os contribuintes seis meses para adaptar os seus processos, acrescentou.

    Segundo dados apresentados pelo responsável, a facturação electrónica conta atualmente com 58.530 aderentes, dos quais 633 são grandes contribuintes e 58.091 outros contribuintes — 21.335 empresas e 37.195 pessoas singulares.

    Até Junho, a AGT recebeu 63,4 milhões de facturas electrónicas, tendo o volume de negócios facturado electronicamente neste período atingido 69,31 biliões de kwanzas (65,8 mil milhões de euros).

    Na intervenção, José Leiria adiantou também que o IVA representou 25% do total da receita arrecadada em 2025, seguindo-se o Imposto Industrial, o Imposto sobre os Rendimentos do Trabalho (IRT) e o Imposto sobre a Aplicação de Capitais.

    Os direitos aduaneiros pesaram 7% e o Imposto Especial de Consumo 5%, enquanto os restantes impostos representaram em conjunto 13%, indicou.

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  • Medalhista olímpica Amber Rutter ganha bronze no retorno ao tiro

    Medalhista olímpica Amber Rutter ganha bronze no retorno ao tiro

    A britânica Amber Rutter conquistou o bronze na Copa do Mundo de Shotgun da Federação Internacional de Tiro Esportivo, quando a medalhista olímpica retornou às competições internacionais pela primeira vez após o nascimento de seu segundo filho.

    A jovem de 28 anos, que deu à luz em outubro, terminou atrás do recorde mundial da campeã Sara Bongini e da medalhista de prata Victoria Larsson no novo formato de finais de 36 alvos da ISSF em Lonato, Itália.

    Rutter foi nomeada para a equipe de tiro ao alvo da Grã-Bretanha para as Olimpíadas de Paris apenas dois meses após o parto e ganhou a prata na final do tiro ao alvo feminino após uma final controverso de um tiroteio.

    “Estou exausta, mas é bom estar de volta. Não foi a minha competição mais fácil”, disse ela.

    “Fiquei nervoso por voltar a um palco tão grande com tantos competidores, e o padrão tem sido tão alto. Mas estou super feliz com a medalha de bronze.

    “Três dias de filmagem é mais do que eu fazia há algum tempo. Tem estado extremamente quente, então foi uma questão de tentar manter a calma, reiniciar o máximo possível e apenas focar.

    “Tem sido uma grande competição, mas estou pronto para voltar para casa e para os meus meninos.”

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  • Ataques dos EUA ao Irão marcam nova escalada das tensões no Médio Oriente – Correio da Kianda

    Ataques dos EUA ao Irão marcam nova escalada das tensões no Médio Oriente – Correio da Kianda

    Os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irão, informou o Comando Central norte-americano (CENTCOM), numa operação que representa uma nova escalada das tensões entre Washington e Teerão.

    Segundo o CENTCOM, a ofensiva militar teve como alvo posições ligadas ao Irão, embora os detalhes sobre os objectivos da operação e a extensão dos danos ainda não tenham sido divulgados.

    A acção ocorre num contexto de crescente instabilidade no Médio Oriente, onde as tensões entre os dois países se têm intensificado nos últimos meses, alimentadas por confrontos indirectos, ataques a interesses norte-americanos na região e disputas em torno da segurança regional.

    As autoridades norte-americanas afirmam que a operação visa proteger os interesses e as forças dos Estados Unidos destacadas na região. Até ao momento, o Governo iraniano não apresentou uma posição oficial sobre os ataques.

    A comunidade internacional acompanha com preocupação os desenvolvimentos, receando que a escalada militar possa agravar a instabilidade regional e aumentar o risco de um conflito de maiores proporções.

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  • Putin surge em uniforme militar para reivindicar tomada de Kostyantynivka

    Putin surge em uniforme militar para reivindicar tomada de Kostyantynivka

    As autoridades ucranianas afirmam ter repelido ataques russos à cidade e não reagiram de imediato à reivindicação do Kremlin, cuja ofensiva de primavera contra o leste da Ucrânia não produziu avanços, e provocou grande número de baixas, segundo centros de investigação internacionais.

    “As Forças Armadas da Rússia continuam a manter firmemente a iniciativa estratégica” na frente de batalha, afirma Putin na intervenção perante os oficiais, divulgada pela televisão russa.

    O porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, afirmou que Putin visitou um posto de comando do exército russo, onde ouviu um relatório do seu estado-maior e agradeceu aos soldados.

    Segundo o mais recente balanço do Estado Maior das Forças Armadas ucranianas, no sector de Kostiantynivka, foram “repelidos 24 ataques inimigos perto de Kostiantynivka, Ivanopillia, Illinivka e Stepanivka”.

    Kostyantynivka é um dos últimos bastiões no caminho para as principais cidades controladas pela Ucrânia no leste do país, Kramatorsk e Sloviansk, cuja captura é o objecivo final do Kremlin no Donbass.

    A batalha por esta cidade, que tinha uma população de aproximadamente 78.000 habitantes antes da guerra, está em curso desde o final de 2025, quando os soldados russos começaram a infiltrar-se, e constitui atualmente o principal esforço da Rússia numa frente que se estende por mais de mil quilómetros.

    Mais de quatro anos após o início da invasão do país pelo exército russo, Moscovo lança regularmente ataques massivos, envolvendo centenas de drones e dezenas de mísseis, contra a Ucrânia e a capital.

    Kiev, com meios muito mais limitados, nomeadamente em termos de mísseis, também intensificou os ataques contra o território russo, infligindo golpes, em particular, no setor petrolífero.

    Na noite de quarta para quinta-feira, a Ucrânia foi alvo de 496 ataques com drones e de 74 com mísseis de diferentes tipos, dos quais 476 e 48, respetivamente, foram intercetados, segundo a Força Aérea ucraniana.

    Kiev foi alvo de ataques específicos. Jornalistas da AFP ouviram explosões durante várias horas e o alerta aéreo durou mais de 11 horas seguidas.

    Após a descoberta de três novos corpos nos escombros, o balanço do ataque voltou hoje a ser revisto em alta, para 30 mortos, segundo os serviços de emergência da capital.

    O chefe da administração militar de Kiev, Tymour Tkachenko, tinha, pouco antes, anunciado o registo de 27 mortos e 91 feridos.

    Partes inteiras de edifícios residenciais ruíram, um edifício que albergava ambulâncias foi atingido e, segundo a porta-voz da União Europeia, Anitta Hipper, os escombros caíram sobre um edifício que “albergava vários diplomatas”.

     Um dos principais armazéns da Cruz Vermelha ucraniana, que continha ajuda humanitária, também foi “destruído”.

    Trata-se do ataque “mais massivo” contra a capital desde o início da invasão russa da Ucrânia em 2022, afirmou o presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, que declarou hoje um “dia de luto”.

    “A Rússia ataca alvos civis apenas para obrigar a Ucrânia a renunciar ao seu Estado”, afirmou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que se deslocou ao local dos bombardeamentos, garantindo que a Ucrânia irá retaliar.

    Zelensky exortou, por seu lado, os aliados da Ucrânia a fornecerem mais meios de defesa antiaérea ao país. O chefe de Estado manifestou ainda a esperança de que o assunto seja abordado na cimeira da NATO, prevista para os próximos dias 07 e 08 em Ancara. 

    A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e “desnazificar” o país vizinho, independente desde 1991 – após a desagregação da antiga União Soviética – e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  

    A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, ilegalmente anexada em 2014.  

    No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões – Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia – além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  

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  • COLONIZAÇÃO ECONÓMICA PROSPERA COM O AUMENTO DA POPULAÇÃO IMIGRANTE

    COLONIZAÇÃO ECONÓMICA PROSPERA COM O AUMENTO DA POPULAÇÃO IMIGRANTE

    O país está, nos últimos 10 anos a ser literalmente vendido. Angola está vendida e endividada. 50 anos depois, os falsos revolucionários e patriotas do MPLA, adormecem-nos sob sonorização das vantagens do poderio do capital especulador.

    Por William Tonet

    A tese é a de privatizar todo tecido económico do Estado, através do tentáculo partidocrata da BODIVA. Uma verdadeira alavanca insensível e discricionária, sem escrutínio do poder legislativo, na venda do património público do Estado, a favor do capital estrangeiro.

    A venda aleatória da soberania económica, sem preocupação de potenciar o empreendedor angolano, através de parcerias mistas (angolano vs investidor externo) é um verdadeiro crime a cidadania e auto-suficiência interna.

    Hoje, o autóctone angolano, ao desfilar pelas avenidas comerciais do país, sente-se traído pela política económica do MPLA, que colocou 99% do tecido empresarial em mãos externas.

    Enquanto isso a maioria vegeta na miséria extrema, em casas de chapa e papelão, na lógica do executivo, multiplicar os já 20 milhões de pobres, através de meia dúzia de nababos, principescamente, instalados nos corredores do poder, que vão, anualmente, açambarcando os milhões de dólares da riqueza pública.

    A perda prematura da soberania económica de povos que viveram a escravatura e o colonialismo (como os angolanos), afastados dos centros educacionais e empresariais, não responde à tese de desenvolvimento, mas de retrocesso e inversão de conceitos.

    Os colonialistas viraram investidores, mas o viés é o mesmo…até mesmo os empresários da China comunista e fundamentalistas islâmicos, tratam os trabalhadores angolanos, como autênticos escravos e mão de obra barata…

    LIBERTADORES “VIRA-LATAS”

    Logo, não estamos diante de economia de mercado, mas de crimes de mercado, passíveis de procedimento criminal.

    O conceito de vira-lata, capachismo, complexo de inferioridade, das lideranças de muitos países, mesmo depois das independências, às antigas metrópoles ocidentais é uma opção impeditiva ao desenvolvimento livre e autónomo dos povos.

    A maioria dos movimentos de libertação e intelectuais dos países colonizados, principalmente o MPLA, não se preparou para o pós-colonialismo. De tal monta que não curou (curaram) de criar leis, baseadas numa nova visão do direito, educação, saúde, cultura, língua e sistema financeiro, de inspiração africana.

    Adoptaram tudo, absolutamente tudo, incluindo dependência financeira (moeda), cultura e culinária dos países coloniais, ao ponto de excluírem expressamente da Constituição, as línguas, costumes, cultura e tradição autóctones. E para consumar o enredo, atrelam-nos às instituições de Bretton Wodds; FMI e Banco Mundial, cujo objecto fundante é o desenvolvimento do ocidente e não de África e Angola. Por esta razão, nos nossos países os seus programas resultam em cópias fuscas adaptadas e distantes das novas realidades culturais e tradicionais. Daí não haver um país africano capaz de ser um exemplo de eficácia na adopção das receitas do FMI.

    O ocidente defende como política matriz o contínuo subdesenvolvimento de Angola e África, por esta razão fomenta a política de extração de matérias-primas, condenando ou assassinando líderes nacionalistas, que defendam a transformação local das nossas riquezas para beneficiar das populações autóctones.  

    INVASÃO ATRAVÉS DO DINHEIRO

    A destruição do tecido sócio-económico de Angola, pelos vira latas, traidores dos nossos povos, fazia parte do fim da primeira agenda colonial.

    Quando estes regressaram aos seus países, deixaram, nos seus lugares, os capachos, mais cruzes e bíblias, em relação às trazidas no início colonial.

    Não levaram a terra, os rios, os mares, o sol, as florestas e os imensos recursos naturais. Resultado, no final de 50 anos, Angola tornou-se mais pobre e a metrópole mais rica, pese não ter as mesmas riquezas.

    A segunda foi, sob a liderança dos capachos no poder, tornar o(s) país(es) de produtor(es) a importador(es), destruindo, conscientemente, os antigos imóveis industriais, rústicos e rurais. Coincidência? Não! Agenda! Verdadeira política de traição, acrescentando a destruição do sistema de ensino, principalmente, o técnico-profissional, como a ponta do iceberg.

    A burralização programática e vulgarização dos currículos em escolas e universidades, muitas transformadas em centros de ensino comercial, cujo objecto é a outorga de diplomas, banalizados no mercado interno de trabalho, principalmente nas empresas dirigidas pelos empresários da partidocracia.

    É a corrupção institucional a ditar regras.

    Angola, nos últimos dez (10) anos, face à política económica adoptada pelo Presidente João Lourenço virou uma coutada dos novos colonialistas, visando alterar pelo capital e demografia o tecido humano, em Angola.

    O risco está diante de nós. Os imóveis das principais cidades e a carteira de clientes dos bancos comerciais, está sob domínio do capital…

    Esta múltipla invasão silenciosa, obtém o silêncio colectivo, enquanto o especulador estrangeiro ocidental, asiático e “fundamentalista islâmico” com dinheiro e imóveis planifica o aumento do tecido migratório.

    A maioria islâmica tem orientação do DAESH, para esposar entre três a cinco mulheres, com apoio bancário islâmico, num plano gizado de, em cinco anos, atingirem entre oito a 10 filhos.

    Os chineses, que no seu país têm controlo, aqui podem fazer, mais de seis filhos…

    No horizonte, uma vez a Lei da Nacionalidade, ser um aborto, vai imperar a legitimidade ante o “jus sanguis” (cruzamento com angolana) ou o “jus solis” (nascer na terra), como garantia desta nova população rica e religiosamente forte virem a dominar, ainda mais, os indígenas.

    Este plano escabroso, com a cumplicidade de determinados “vende-pátria” do MPLA, atemoriza!

    E, atemoriza, ainda mais, quando nos noticiários da imprensa partidocrata, ministros e falsos nacionalistas do regime, incentivam o controlo da natalidade aos autóctones, para até dois filhos, sob alegação de serem os responsáveis pela fome e miséria.

    Sacanagem traiçoeira! Porque o problema está na crónica incompetência governativa, ladroagem e corrupção.

    O regime quer esconder a agenda perniciosa de adopção do mesmo princípio dos ingleses, na América a partir do século XVII, onde foram, paulatinamente, exterminando e esterilizando as mulheres índias.

    Quem promove o incremento de populações estrangeiras, para através do “jus solis” ou “jus sanguis”, diminuir e empurrar as estatísticas autóctones para reservas indígenas, deve ser condenado com pena máxima de “traidor-exterminador” de seres humanos, a 35 anos de prisão maior, em regime fechado, porque a esterilização mental e física de homens e mulheres, não deve ter perdão.

    É um crime imprescritível e insusceptível de amnistia, porque hediondo.

    Hoje os índios, nos Estados Unidos, na América Latina, na Austrália, os pretos, no Egipto, Líbia, Tunísia, Marrocos, Argélia, são uma coreografia humana, apresentados aos estrangeiros, como qualquer animal irracional, de um jardim zoológico.

    É hora dos cidadãos pedirem contas ao regime do MPLA, explicações sobre as razões de ter adoptado uma agenda anti futuro do país, destruindo os tecidos: humano, industrial, educacional, agrário e social dos nossos povos e micro-nações.

    Esta agenda espúria, deve, um dia, ser levada a um Tribunal Penal Angolano, visando julgar os agentes traidores e promotores do aumento da população estrangeira, em território nacional, enquanto reduz a angolana.

    A fome, pobreza e miséria, são armas políticas perigosas criadas institucionalmente pelo regime, e devem ser punidas com a retirada de direitos no exercício do poder político.

    É hora de despertar.

    A linha um é nossa. A linha dois é nossa. A linha três é nossa. A hora do batuque tocar é esta!

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  • Suíça supera Colômbia nos penáltis e está nos quartos de final – Correio da Kianda

    Suíça supera Colômbia nos penáltis e está nos quartos de final – Correio da Kianda

    A selecção da Suíça garantiu, esta terça-feira, 7, um lugar nos quartos de final do Mundial 2026, ao vencer a Colômbia nas grandes penalidades, depois de um duelo equilibrado que terminou empatado sem golos no tempo regulamentar e no prolongamento.

    Na decisão por penáltis, a equipa suíça mostrou maior eficácia e venceu por 4-3, assegurando a continuidade na competição e afastando a formação colombiana do torneio.

    O encontro ficou marcado pelo equilíbrio entre as duas selecções, com poucas oportunidades claras de golo durante os 120 minutos, levando a decisão para a marca dos 11 metros.

    Com o triunfo, a Suíça junta-se ao grupo das oito melhores selecções do Mundial 2026 e mantém vivo o sonho de alcançar uma fase mais avançada da competição.

    A Colômbia, por sua vez, despede-se do campeonato do mundo após uma campanha marcada pela competitividade, mas sem conseguir superar o conjunto suíço no momento decisivo.

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  • MINSA abre concurso público interno para o preenchimento de 2.595 vagas

    MINSA abre concurso público interno para o preenchimento de 2.595 vagas

    Zaire e Huambo entre a s provónicia com mais vagas, segundo o comunicado.

    O Executivo, através de despachos conjuntos dos ministérios das Finanças, da Administração do Território e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, autorizou o Ministério da Saúde (MINSA) a abrir, nos próximos dias, um concurso público interno para o preenchimento de um total de 2.595 vagas em todo o País, segundo noticiou o Novo Jornal.

    Este concurso público interno destina-se ao pessoal que já exerce funções nas unidades hospitalares públicas e nas delegações provinciais da Saúde em todo o País, mas que ainda não integra o quadro da Função Pública.

    Segundo os despachos conjuntos dos ministérios das Finanças, da Administração do Território e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, publicados em Diário da República e consultados pelo Novo Jornal, serão preenchidas, no total, 2.595 vagas por estes profissionais internos.

    As vagas destinam-se a médicos especialistas, técnicos superiores de diagnóstico e terapeutas de 2.ª classe, técnicos médios de 3.ª classe, condutores de ambulâncias, vigilantes, secretários clínicos, maqueiros e assistentes sociais.

    Das 21 províncias do País, 12 terão, cada uma, 20 vagas, destinadas apenas a médicos especialistas. São elas: Cabinda, Bengo, Lunda Norte, Lunda Sul, Malanje, Moxico, Namibe, Cubango, Cunene, Bié, Benguela e Icolo e Bengo.

    As províncias do Zaire e do Huambo são as que terão o maior número de vagas, com 439 e 438, respectivamente.

    Seguem-se as províncias do Uíge, com 367 vagas, da Huíla, com 361, do Cubango, com 350, do Moxico Leste, com igual número, e do Cuanza Sul, com 348.

    A província de Luanda, capital do País, terá apenas 50 vagas para a categoria de médico especialista.

    Os despachos conjuntos para a abertura deste concurso público interno estão assinados pelos ministros das Finanças, Vera Daves de Sousa, da Administração do Território, Daniel Félix Neto, e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias.

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  • MAIS 653 MILHÕES PARA A CONTA DO CORREDOR DO LOBITO

    MAIS 653 MILHÕES PARA A CONTA DO CORREDOR DO LOBITO

    Um financiamento de 753 milhões de dólares (653,2 milhões de euros) foi disponibilizado por duas instituições financeiras internacionais para modernizar 1.300 quilómetros da linha férrea do Corredor do Lobito, anunciou hoje o Governo angolano.

    Um comunicado do Ministério dos Transportes de Angola avançou que a operação foi assegurada pela Lobito Atlantic Railway (LAR), concessionária responsável pelo desenvolvimento do Corredor do Lobito, infra-estrutura ferroviária que liga o Porto do Lobito, na província angolana de Benguela, à fronteira da República Democrática do Congo (RDCongo).

    Este pacote financeiro integra 553 milhões de dólares (479,7 milhões de euros) disponibilizados pela U.S International Development Finance Corporation (DFC) e 200 milhões de dólares (173,5 milhões de euros) pelo Development Bank of Southern Africa (BSA).

    “O fecho financeiro agora concluído materializa os acordos celebrados em Washington, em dezembro de 2025, e representa mais um passo na concretização da visão estratégica do executivo angolano para o desenvolvimento do Corredor do Lobito, consolidando Angola como uma plataforma logística e comercial de referência para a integração económica africana e para o acesso dos mercados regionais às cadeias globais de comércio”, lê-se no comunicado.

    De acordo com a mesma nota, as intervenções previstas deverão aumentar a capacidade de transporte do corredor em cerca de dez vezes, para aproximadamente 4,6 milhões de toneladas por ano, contribuindo igualmente para uma redução estimada de 30% nos custos logísticos associados ao transporte de mercadorias e matérias-primas estratégicas.

    O ministro dos Transportes angolano, Ricardo Viegas de Abreu, citado no comunicado, considerou que “o fecho financeiro deste projeto confirma a solidez da visão estratégica do executivo para o Corredor do Lobito e a confiança dos parceiros internacionais no potencial transformador das infraestruturas angolanas”.

    “Angola afirma-se, cada vez mais, como uma plataforma logística incontornável para a integração económica, a facilitação do comércio e o desenvolvimento sustentável da região”, referiu o ministro.

    O governante angolano acrescentou que “o Corredor do Lobito constitui hoje um ativo estratégico nacional e continental, capaz de aproximar economias, gerar oportunidades de investimento, promover a industrialização e reforçar o posicionamento de Angola como porta atlântica privilegiada para os mercados da África Central e austral”.

    “Considerado uma das mais relevantes infraestruturas transfronteiriças atualmente em desenvolvimento no continente africano, o Corredor do Lobito reforçará a conectividade regional, potenciará as cadeias de valor ligadas aos setores mineiro, agrícola e industrial e contribuirá para a criação de emprego, a transferência de conhecimento e a dinamização das economias locais”, destaca-se na nota.

    Este projecto do Governo de Angola tem atraído forte investimento internacional e apoio de instituições como o Banco Mundial, a União Europeia, para multiplicar a capacidade de transporte e reduzir os custos logísticos regionais.  

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