O Egipto acusou a FIFA e a arbitragem de beneficiar os argentinos, durante o jogo dos oitavos de final onde perderam de reviravolta por 3-2.
A federação egípcia exige que o árbitro francês que ajuizou a partida seja investigado por, alegadamente, ter influenciado o resultado.
O técnico da selecção africana Hossam Hassan considerou após o jogo que às decisões do árbitro francês influenciaram na derrota por 3-2 e afirmou que vai regressar a casa para não mais assistir aos jogos do Mundial.
Os adeptos egípcios também abandonaram o estádio revoltados com a arbitragem.
As principais queixas do Egito concentraram-se na anulação de um golo de Mostafa Zico, após intervenção do VAR, e num lance nos descontos onde os egípcios reclamam duas grandes penalidades não assinaladas antes do golo da vitória da Argentina.
Na sequência da eliminação, a Federação Egípcia de Futebol apresentou uma queixa formal à FIFA, pedindo uma investigação à atuação da equipa de arbitragem, bem como ao afastamento do trio de juízes do restante do Mundial.

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