MPLA quer OMA na linha da frente da mobilização para 2027 no Cuvango – Correio da Kianda

O primeiro-secretário do MPLA no município do Cuvango, província da Huíla, Luís Paulo Ndala, defendeu esta sexta-feira, 10, que a Organização da Mulher Angolana (OMA) deve assumir um papel de maior protagonismo na mobilização política e comunitária, tendo em vista as eleições gerais de 2027.

O responsável falava na abertura do seminário metodológico do Comité Municipal da OMA do Cuvango, realizado sob o lema “Mulheres Angolanas: Unidas para Transformar os Desafios em Conquistas”, onde destacou a importância da preparação e capacitação das militantes para responder aos desafios da organização.

Luís Paulo Ndala apontou a definição de objectivos claros, a disciplina, a resiliência e a capacidade de adaptação como elementos essenciais para o fortalecimento das estruturas da OMA. Segundo o dirigente, as dificuldades devem ser encaradas como oportunidades para inovar e melhorar o desempenho político e organizativo.

Durante a intervenção, o primeiro-secretário municipal do MPLA considerou que o principal desafio da OMA no Cuvango passa por reforçar o trabalho de base e a ligação com as comunidades, preparando a organização para os próximos desafios eleitorais.

“Este seminário serve para isso”, afirmou, defendendo a necessidade de maior organização e mobilização das militantes para a defesa dos objectivos do partido.

O dirigente reiterou ainda a necessidade de união dos militantes em torno da liderança do MPLA e do Presidente João Lourenço, apelando ao reforço da coesão interna e do compromisso político.

A aposta na mobilização das estruturas de base e no reforço do papel da OMA integra também as orientações políticas do MPLA para o ciclo preparatório das eleições gerais de 2027.

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